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EDGERANK – O QUÉ É? COMO FUNCIONA O ALGORITMO DE FACEBOOK?

08 Fevereiro 2019

Tens dificuldades em ter interações no teu Facebook? Outras páginas conseguem mais conversões que tu e sentes-te frustrado por isso? Alguma vez pensaste porque vês anúncios e publicações em Facebook e outras vezes não? A resposta a todas essas questões chama-se Edgerank. O tão complicado algoritmo de Facebook.

Afinal, o que é o edgerank? É o algoritmo que marca as publicações que um utilizador visualiza no Facebook, dependendo da sua atividade.

Isto dos algoritmos fala-se muito, mas parece uma coisa mais de matemática que outra coisa. Só o próprio nome já parece coisa complicada. Porque um algoritmo é exatamente uma série de códigos de programação matemáticas que permite calcular certos dados.

Muitas pessoas chegam até à LikeMyWeb querendo que as ajudemos a melhorar os seus conteúdos e anúncios em Facebook. E sim somos experts nesse tão complicado algoritmo que constantemente muda e que devemos estar atualizados se queremos fazer diferença e ajudar os nossos negócios a crescer.

Nesta entrada, vamos ajudar-te a partilhar informação sobre como usar o Facebook a nosso favor, sabendo algumas informações básicas de como funciona. Assim que, vamos a isso!

 

Vamos ver o que podes fazer para que o Facebook e Edgerank tenham em conta as tuas publicações de página e para que consigas mais visibilidade e destaques no feed de notícias da plataforma.

TOMA NOTA PORQUE VAMOS COMEÇAR A DAR-TE TODOS OS SEGREDOS DAS ÚLTIMAS MUDANÇAS NO FACEBOOK.

EDGRANK: o que é exatamente?

Além de ser um autêntico quebra cabeças de muitos Community Manager, também se conhece como  o algoritmo de Facebook. Como vês não só o Google que tem algoritmos. A própria rainha das redes sociais tem um só para si.

Portanto, já te indicamos que é um conjunto de operações matemáticas com muitas variáveis, o que faz com que cada utilizador de Facebook veja na sua secção de notícias os conteúdos que possam ser, eventualmente, interessantes para ele. E o que significa isso? Que através deste algoritmo, Facebook decide quais são as publicações que se mostram na seção de notícias dos teus seguidores.

Como sabe o algoritmo de Facebook o que gosta ou não a cada utilizador?

Por aí vai a coisa, cada movimento que realize um utilizador em Facebook conta. Desde comentar uma foto, fazer gosto numa publicação ou inclusivé publicar um vídeo, são sinais para indicar-lhe ao algoritmo o que te interessa e o que não. Afinal o Facebook é uma empresa e os seus clientes são os perfis e páginas da sua própria rede. O objetivo é ter agradados os seus clientes, afinando a informação que se mostra em cada um deles.

Para que possas entender um pouco melhor, vamos explicar-te com um exemplo simples:

Se cada vez que entras a Facebook o primeiro que procuras são as publicações da tua família, namorado, amigos ou as da tua página de roupa favorita, a rede social sabe perfeitamente que se te mostra estas publicações na seção de notícias do teu perfil, estas vão ter mais interações que se te mostra outros conteúdos.

É como se Edgerank fosse a Casa dos Segredos do Facebook. Sabe tudo de toda a gente e observa-te todo o tempo. Freak não?

 

Um pouco sobre a história do algoritmo de Facebook

 

Antes de entrar em detalhes sobre o funcionamento de “Edgreank algorithm” vamos fazer um cronograma de repasso sobre as alterações mais destacadas que o Facebook foi tendo até à data de hoje. Muito mudou no algoritmo e segue até à atualidade.

Se és um Social media ou geres a tua página de Facebook como o teu negócio, recomendamos que tenhas esta informação em mão para poderes colocar uma estratégia à hora de fazer as tuas publicações.

Em 2009, que parecendo que não, já foi há dez anos atrás, a prioridade do Facebook era o Feed de Notícias: Esta mudança foi uma das mais importantes até à data. O Facebook tinha em conta as publicações mais populares. Portanto, quanto mais ativo era o teu post, mais alto aparecia nas notícias de Facebook.

Em 2013, concretamente em Março, as mudanças foram no âmbito do desenho. Nesta data foi quando esta rede social mudou o desenho do feed de notícias para que fosse mais visual e atrativo para os utilizadores.

Chegámos a Agosto de 2014 e muito mudou para haver o controlo de Clickbait. Eventualmente já ouviram falar de este termo muito digital. Trata-se de Click baiting do termo inglês que significa tentar, aliciar. Ou seja aliciar pessoas a clicar nas publicações. O Facebook não gosta nada disso, nem qualquer rede social. Chamam-lhe o clique fácil. Por norma e talvez já muita gente foi alvo disso, consiste em colocar um titulo apelativo e intencional, mas cujo conteúdo não é tão exagerado nem tão interessante como o titulo. Muitas vezes nem tem nada a ver. É como induzir as pessoas em erro ou numa prática legal mais concreta: publicidade enganosa. Portanto, nesta data começaram a existir restrições das publicações que colocavam títulos chamativos para que os utilizadores fizessem clicks, mas a consequência é que tinham alta percentagem de retorno, ou seja, as pessoas entravam como peixes a picar o isco e quando iam a ver, não era isco era anzol. Não sei se nos explicamos. É mais ou menos esta a ideia.

Quem nunca entrou num tutorial do youtube com um titulo fantástico prometendo explicar-te mundos e fundos e depois estás 5 minutos a ouvir histórias da carochinha? Exato!

Em Setembro de 2014 veio a actualização de vídeo. A rede social pretendia premiar aquelas publicações que utilizavam o formato de vídeo na sua própria rede social, por isso dava prioridade às páginas ou perfis que colocavam um link de Youtube ou qualquer plataforma de vídeo (Vimeo, Youtube, etc.)

Mas logo em Setembro de 2015 depois das queixas dos utilizadores (clientes de Facebook), fez-se algumas alterações e passou-se a dar prioridade às publicações dos amigos antes que as publicações de qualquer página.

Ainda nesse ano, em Junho de 2015, começou a moda, como dizemos nós, dos GIFs. Aqui foi quando Facebook apoiou as publicações de formato GIFs. E atinge o seu auge nesta época. Ainda hoje funcionam bastante bem em publicações tanto desta redes social como Instagram. Quem não passou já horas a rir com contas de GIFs animados com sátiras, gatinhos a cair e frases do dia animadas?

Em Agosto de 2016, a restrição do clickbait começou a ser mais forte do que antes. Com a nova atualização, Facebook conseguiu reconhecer e classificar titulares de clickbait como um filtro de spam. Esta atualização teve que ser levada a cabo, porque Facebook recebia milhares de queixas por parte dos utilizadores.

E em 2017, precisamente no inicio do ano, em Janeiro, começaram a aparecer as Histórias. Deves lembrar-te desta mudança, certo?! Apareceram apps como Snapshat cheias de Stories em direto e filtros e uma série de coisas giras ao vivo que permitia interagir com os seguidores. A finalidade de estas “Histórias” era e é permitir partilhar vídeos e fotografias com os utilizadores que desaparecem das notícias ao fim de 24 horas mais tarde. É simples, tudo no mundo digital é tão rápido que as pessoas ao fim de 24 horas já se esqueceram do que virão e já estão interessados em outra história. Assim, de esta forma, ao apagar o conteúdo, permitia a estas plataformas ter uma limpeza de programação mais eficaz. E deixar as pessoas ao pé do canhão para não perder nenhuma história.

Ainda no mesmo mês de Janeiro de 2017, começou-se a dar mais prioridade aos vídeos no feed de notícias, ou seja, consistia em dar mais prioridade no timeline (linha de tempo) à aqueles vídeos que prendessem mais o utilizador. Em outras palavras, se um utilizador ficasse bastante tempo a ver um vídeo, teria mais prioridade que aqueles vídeos que ninguém terminava de ver.

As reações em Facebook têm mais valores que os “eu gosto”, em Fevereiro de 2017: a mudança residia em que o Facebook teria mais em conta as reações como colocar coraçõezinhos e emoticons em comparação com os “gosto”. A questão aqui é que o Facebook entende que uma pessoa dedica mais tempo a reagir entre um comentário que lhe é mais valioso que um simples “like”. Agora, atenção!!! O algoritmo não diferencia se a reação é positiva ou negativa, os pontos são os mesmos.

Chegou 2018, grande ano, para o bem e para o mal!!! E Facebook pode dizer o mesmo, entre multas de copyright e outros problemas afins, também mudou as coisas na sua plataforma. Mark Zuckerberg, o CEO de Facebook, anunciava as mudanças no algoritmo de Facebook em 2018.

E qual era agora o epicentro da estratégia Facebook? O utilizador.

Facebook quis devolver o controlo de esta rede social ao próprio utilizador, mostrando o que o mesmo quer ver sobre todas as outras coisas.

E começou a ser mais difícil ter sucesso nas publicações, para tal é necessário involucrar,  interagir, gerar conversas e interesse nas tuas publicações.

O mais valioso: uma comunidade ativa em Facebook.

E estas mudanças, arrastam-se até 2019. Ainda assim, muitas linhas vão faltar no futuro para determinar todas as mudanças de algoritmo que se fazem constantemente. O que é uma dor de cabeça para os utilizadores e para aqueles que como nós trabalham no setor.

Mas o mais importante, não é saber como se move o algoritmo, é saber como funciona o mercado e a cabeça das pessoas. Como se movem os interesses das pessoas e isso meus amigos, vai muito além de matemática. Vai de muito trabalho e muita pesquisa e muita atualização neste mundo das redes sociais.

Assim que, dito isto, vamos continuar, no que é o algoritmo sagrado do Edgerank.

COMO FUNCIONA O EDGERANK?

Agora que já demos uma revisão à lista de atualizações do algoritmo de Facebook, de certeza que te estás a perguntar: e que fatores tenho que seguir para fazer-me gostar mais ao Edgerank? Sim, porque não basta já o que tens de fazer agradar a toda a gente nesta vida, ainda tens de saber o que agradar a fórmulas matemáticas. Enfim…

Se queres aparecer no feed de notícias de Facebook e chegar a mais utilizadores, será melhor que tomes nota dos seguintes fatores:

  • Afinidade: FACEBOOK dá mais relevância às publicações de amigos e de páginas que têm mais afinidade com o utilizador. Como por exemplo, perfis de familiares, companheiros de trabalho, namoradas/os ou bem com as que o utilizador interage mais frequentemente.
  • Tipo de conteúdo: favorece a qualidade das publicações, um fator que se incorporou recentemente para poder combater o chamado “clickbaiting”. O que tens de fazer para aumentar o teu engagement (taxa de interesse das pessoas)? Conseguir que os teus conteúdos sejam interessantes o suficiente para o teu público objetivo, sem cair no click fácil.

Entre os conteúdos que mais gostam às pessoas estão:

  • VÍDEOS Facebook tem interesse em concorrer com Youtube.
  • EMISSÕES EM DIRETO concorrer com o Periscope
  • GIFs Seguem os gatinhos animados.
  • IMAGENS uma imagem vale mais que mil palavras
  • INTERAÇÕES GERADAS aqui tens de pôr em prática a tua originalidade de conteúdos, já que a rede social tem muito em conta aquelas publicações que conseguem uma alta percentagem de engagement en Facebook. Sendo que a ordem de importância vai da seguinte forma:
  1. Maior importância ao número de vezes que um conteúdo foi partilhado.
  2. O valor dos comentários recebidos.
  3. O número de “gostos” ou “reações” que tenhas nas publicações.

Portanto, se tens um número baixo de seguidores na tua página, estás com sorte, já que quanto maior for número de seguidores da tua página, maior tem que ser o engagement e melhor têm que ser os teus conteúdos. Mas claro, o que se planta, tem que se colher, mas primeiro tem que se regar e tratar.

Então isto quer dizer, que se tens 20.000 fãs, mas nenhum interage com os teus conteúdos, isto será muito negativo para o Edgerank algorithm da tua página de fãs.

 

Seguimos:

  • Atualidade: O fator tempo é essencial nesta rede social. Com isto queremos dizer que as publicações mais recentes serão as que apareçam nas últimas notícias dos teus seguidores.

ATENÇÃO!!! Isto muda no caso das publicações pagas ou promovidas com Facebook Ads ou no caso das “Recordações” (aquelas publicações que te lembram de coisas que publicaste faz algum tempo) e que resgata da rede social para nós. (Sobre isto do Facebook Ads falaremos noutro capítulo). Subscreve a nossa newsletter para não perderes nenhum conteúdo do nosso blog.

Para gostares mais à rede social, também é importante que não sobrepasses o máximo de 5 publicações por dia. O que acontece quando passas o dia a bombardear gente com informação? Saturas as pessoas e o Facebook penaliza-te. Não vais querer deitar o teu trabalho todo por água abaixo, só porque estás aí louco a meter conteúdo sem parar. Há um limite para tudo, nesta vida.

  • Variedade: Ao gigante das redes sociais faz-lhe feliz que as páginas consigam o máximo partido das distintas formas de conteúdo. Procura alternar e vais ter sucesso: Fotos, vídeos, GIF, eventos, vídeos em direto, partilhar links de interesse, etc.

E já que mencionamos links, vamos dar-e umas dicas!

LINKS QUE O FACEBOOK ACEITA POSITIVAMENTE

Na verdade, o Facebook não gosta que te ponhas a colocar links a torto e a direito na plataforma deles. É simples, não lhe faz nenhuma graça que estejas a usar a sua plataforma para mandar tráfego de visitas a outros sítios que não são facebook. Lógico, não é?

É como se as pessoas entrassem no teu restaurante para almoçar e começassem a dar a todos os teus clientes cartões do seu restaurante. Havia de ser giro!

Não obstante, para este tipo de conteúdos tens de publicar atualizações que tenham uma alta percentagem de leitura e que não não retorne. Ou seja, que realmente as pessoas consigam ir a esses links e lhes cause interesse o que tu publicaste. Ou então, cais no ridículo.

Se a rede social de Facebook comprova que as tuas publicações com links têm muitas partilhas, mas o utilizadores passam poucos dias nelas, então não duvidará em penalizar-te.

UFFF!!!! Depois de ler isto tudo, acho que me vou limitar a plantar couves na minha horta e viver da agricultura sustentável.

Não! Se tens um projeto, um sonho, bom material e acreditas que estas plataformas te possam ajudar, só tens de esforçar-te a ter as coisas bem feitas.

Não sei quem te disse que a Sorte, perseverança, esforço e trabalho são a recompensa. Pois, enganou-te. Conhecemos muita gente que leva uma vida a fazer isso e não tem tido nada mais que esforço, trabalho e fé. Trabalho com inteligência e estratégia, dá frutos. Nada mais.

CONSELHO DE OURO: Se queres que a tua página chegue mais longe, também terás que investir em promover as tuas publicações e fazer campanhas de Facebook Ads. Afinal, como empresa, o Facebook também ajuda aqueles que investem na sua própria rede.

Agora que já sabes por onde atacar o Edgerank, o algoritmo de Facebook para conseguir que goste das tuas publicações e chegar a mais gente, toca a trabalhar. Começa já a pensar nas tuas próximas estratégias. E se queres a nossa ajuda, é simples, esse é o nosso trabalho e podemos ajudar-te, nesse sentido.

Às vezes, temos de saber delegar tempo e dinheiro a quem nos pode ajudar, para podermos ter mais tempo e dinheiro para o nosso próprio benefício.

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